segunda-feira, 5 de julho de 2010

Reserva.

Mergulhando em um mar, nada detêm a sensação indescritível da onda que percorre cada espaço do seu corpo, parecendo que o surgimento de ambos foi para que eles sentissem aquela inovação de desejos sensitíveis , indescritíveis. E nado mais a fundo enxergando ao fim de uma escuridão indefinida, um olhar misterioso em meio a tudo aquilo que não se acreditava.

O mar me puxa para ele me desejando de forma ofegante e enquanto nossos corpos se interceptam e me deixo levar me envolvendo. O silêncio diz tudo aquilo que eu deixo de dizer, e com apenas um olhar, falo mais do que deveria ser dito.

Na busca de tudo aquilo que me foi ensinado por gigantes, faltei naquelas aulas em que se falava se demonstrações afetivas , eu cabulei. Fiquei pensando tentando buscar respostas para as perguntas mais abusivas que me detêm a mente, perguntas são palavras que invadem o espaço-limite, já que nem pra tudo detenho a melhor resposta, porque dizer quando tudo o que me faz bem é ter você ?!

As palavras não me soam tão bem quanto os meus lábios no seu, a busca da palavra que me foge por alguns segundos vou dizer que se trata a cada olhar desafiador de um futuro ao seu lado um tanto desejado.

Continua?!.

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