Que dia! Ao sair de casa hoje cedo, veio-me logo
uma sensação antiga de euforia com nostalgia
que sensasão boa, é a alegria que volta a reinar
sobre meu corpo!
Passei por uma cidadezinha onde tudo se torna pequeno diante
de uma paisagem radiante que me rodeiará , casas simples, pessoas
humildes, sentanda esperando o próximo ônibus foi tempo o suficiente para
um senhor simpatico se aproximar e falar-me um pouco sobre sua jornada...
Andando uns quilômetros mais a frente começaram a surgir os prédios
[aqueles que acabam com a paisagem] e entre eles tinham pessoas que
se alojam como moradia, já que sua vida foi de migalhas.o ar de lá era impuro,
e o local cheio de gigantes, tem até congestionamento de gigantes!
E o que esses gigantes transparecem é a busca constante de um er inexistente,
de felicidade talvez...
Cansada de enxergar com esses olhos exaustos de indignações, somente aqueles
que me conhecemque eu sou resultado daquilo que me tornei e não faço para lhe agradar,
procuro agradar a mim mesma e ainda deixo por fazer, deixo por viver momentos para não magoar essa tribo que me possui. Eles não acreditam na minha capacidade, é facilmente notado o desprezo imediato , basta falar daquilo que me faz sorrirde verdade e daí já começam os
olhares maliciosos.
Gigantes, esses quem me ensinaram como tudo deve ser, me cuidaram com amor e zêlo, porém eu aprendi mais do que me ensinaram, aprendi com os erros dos mesmos, aprendi com tudo e todos aqueles que me rodeiam, comecei então a olhar além do externo inexistente, não quis mais falar, quero aprender mais!
Semaisporhoje!
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